nem toda lucidez é velha

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“La hora de los hornos” del Grupo Cine Liberación, 1968.

Fanon instigou “La hora de los hornos” (Fernando Solanas), doc de intervenção que orientou a ação do cinema na América Latina. Dizem também (alguém o saberá melhor) que Glauber escreveu “A Estética da fome” sob o impacto da leitura do intelectual martinicano.

Há quem diga que o documentário brasileiro, já visto como o mais vigoroso da América Latina, tem “dificuldades de reencontrar o vigor de outrora”. Ora, precisamente em nosso momento de explosão liberal. Já não há identificação clara do inimigo. Já não há a busca por unidade (e não de consensos, obviamente), com referências de pensamento que em algum momento uniram, por exemplo, Solanas e Glauber através de expressões distintas, mas ligadas por uma certa visão do cinema?

Hora de recorrências? Talvez. Aliás, “nem toda lucidez é velha”.

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